Descrição
O MuseumsQuartier é o grande bairro cultural de Viena, no distrito de Neubau, junto à Ringstrasse. Ocupa 114.310 metros quadrados, recebe cerca de cinco milhões de visitas por ano e é um dos maiores complexos de arte e cultura da Europa.
Aqui chegaram a viver até 600 cavalos e 200 carruagens. Eram as cavalariças da corte imperial, o complexo barroco de Fischer von Erlach logo fora do Hofburg. Depois do império, as cavalariças receberam feiras comerciais. Então, após anos de discussão sobre o futuro do local, a reforma começou em 1998, e em 2001 o bairro abriu.
Os arquitetos Laurids e Manfred Ortner encaixaram dois blocos modernos no antigo recinto.
O Leopold Museum, em calcário, tem a maior coleção do mundo de Egon Schiele e obras de Klimt, Kokoschka e Gerstl, entre elas Morte e Vida, de Klimt, e Autorretrato com Physalis, de Schiele.
O museu foi fundado em 2001 pelo colecionador Rudolf Leopold, que passou cinco décadas reunindo mais de 5.000 obras.
O MUMOK, o museu de arte moderna, é um cubo escuro revestido de lava de basalto. Mostra pop art, Fluxus e o Acionismo Vienense, além de obras de Warhol, Picasso, Beuys e Richter.
Seu núcleo vem da coleção do industrial Peter Ludwig e de sua esposa Irene, que doaram mais de 230 obras a partir de 1981, e reúne cerca de 10.000 obras de cerca de 1.600 artistas.
Em volta ficam a Kunsthalle Wien, para exposições contemporâneas, o Architekturzentrum, o Tanzquartier para a dança, o museu infantil ZOOM e o Dschungel Wien, uma casa de espetáculos para o público jovem, e o Q21, um espaço de trabalho para organizações culturais menores.
O novo bairro foi criticado no início por parte da cena artística e de mídia independente de Viena, que perguntava a quem ele servia: aos museus, aos artistas independentes ou aos incorporadores. Hoje funciona como ponto de encontro.
A verdadeira sala de estar é ao ar livre. Os pátios são gratuitos e abertos 24 horas, com eventos e espetáculos. Nas noites quentes, os vienenses se esticam nas Enzis, as grandes espreguiçadeiras móveis que se tornaram parte do lugar.
Aqui chegaram a viver até 600 cavalos e 200 carruagens. Eram as cavalariças da corte imperial, o complexo barroco de Fischer von Erlach logo fora do Hofburg. Depois do império, as cavalariças receberam feiras comerciais. Então, após anos de discussão sobre o futuro do local, a reforma começou em 1998, e em 2001 o bairro abriu.
Os arquitetos Laurids e Manfred Ortner encaixaram dois blocos modernos no antigo recinto.
O Leopold Museum, em calcário, tem a maior coleção do mundo de Egon Schiele e obras de Klimt, Kokoschka e Gerstl, entre elas Morte e Vida, de Klimt, e Autorretrato com Physalis, de Schiele.
O museu foi fundado em 2001 pelo colecionador Rudolf Leopold, que passou cinco décadas reunindo mais de 5.000 obras.
O MUMOK, o museu de arte moderna, é um cubo escuro revestido de lava de basalto. Mostra pop art, Fluxus e o Acionismo Vienense, além de obras de Warhol, Picasso, Beuys e Richter.
Seu núcleo vem da coleção do industrial Peter Ludwig e de sua esposa Irene, que doaram mais de 230 obras a partir de 1981, e reúne cerca de 10.000 obras de cerca de 1.600 artistas.
Em volta ficam a Kunsthalle Wien, para exposições contemporâneas, o Architekturzentrum, o Tanzquartier para a dança, o museu infantil ZOOM e o Dschungel Wien, uma casa de espetáculos para o público jovem, e o Q21, um espaço de trabalho para organizações culturais menores.
O novo bairro foi criticado no início por parte da cena artística e de mídia independente de Viena, que perguntava a quem ele servia: aos museus, aos artistas independentes ou aos incorporadores. Hoje funciona como ponto de encontro.
A verdadeira sala de estar é ao ar livre. Os pátios são gratuitos e abertos 24 horas, com eventos e espetáculos. Nas noites quentes, os vienenses se esticam nas Enzis, as grandes espreguiçadeiras móveis que se tornaram parte do lugar.